sábado, 9 de outubro de 2010

ELEMENTOS PARA AUXILIAR A CRIANÇA A SUBSTITUIR MARCAS DE ORALIDADE

A partir desta habilidade, levantar elementos para auxiliar a criança a substituir marcas de oralidade na produção de texto:


 Aí né: então, de repente, em seguida, logo depois, um dia...
O famoso aí né pode ser substituído geralmente por uma conjunção;

 ELE falou para ELE: substituir o excesso de pronome pelo uso do nome ou o oposto. O lobo falou... O lobo comeu... (lembrando dos elementos anafóricos e dêiticos);

 Incluir adjetivos ou locuções adjetivas que enriqueçam o texto: manhã (de inverno, de sol, ensolarada, chuvosa, primaveril...), dar qualidades ao personagem (valente, assustado, corajoso, destemido, medroso, rápido, veloz, falante, tagarela, travesso...);

 Marcas de temporalidade: logo, após este fato, em seguida, no dia seguinte, antes disso, quando, após, durante, anteriormente, assim que, sempre que...

 Marcas de causalidade (Porque – explicativo). Ex: Chapeuzinho Vermelho saiu correndo apressada porque se distraiu na floresta e já estava atrasada;

 Marca de condição: se;

 Simultaneidade: enquanto, enquanto isso, ao esmo tempo...

 Finalidade: para que;

 Advérbio de modo: rapidamente, furiosamente, cuidadosamente...

 Advérbios de tempo: ontem, hoje, agora, antes, depois;

 Adversidade: mas, porém (oposição entre os termos, ressalva);


“A gramática tem uma função sociocognitiva relevante, desde que entendida como uma ferramenta que permite uma melhor atuação comunicativa. O problema é fazer de uma análise formal o centro do trabalho com a língua.
O falante deve saber flexionar os verbos e usar os tempos e os modos verbais para obter os efeitos desejados; deve saber usar artigos e pronomes para não confundir seu ouvinte, sempre observando aquilo que é necessário à boa comunicação. Mas este falante não precisa justificar com algum argumento porque faz isso ou aquilo nessas escolhas. O falante de uma língua deve fazer-se entender e não explicar o que está fazendo com a língua.” (MARCUSHI, 57:2008)

TEXTOS INTERESSANTES...


Sem o LEITOR... Textos...
São cemitérios de palavras,
São corpos sem almas,
São um vir a ser!
 __________________________________


Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo.  Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou. 


(Adelia Prado)





E tudo mudou...

O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto
O brilho virou gloss

O rímel virou máscara incolor

A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma
O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib
Que virou silicone

A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento

A escova virou chapinha
"Problemas de moça" viraram TPM
Confete virou MM

A crise de nervos virou estresse

A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou mousse

Os halteres viraram bomba

A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal

Ninguém mais vê...


Ping-Pong virou Babaloo

O a-la-carte virou self-service

A tristeza, depressão

O espaguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão

O que era praça virou shopping

A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD

A fita de vídeo é DVD

O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email

O namoro agora é virtual

A cantada virou torpedo
E do "não" não se tem medo
O break virou street

O samba, pagode

O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também

O forró de sanfona ficou eletrônico

Fortificante não é mais Biotônico
Bicicleta virou Bis
Polícia e ladrão virou counter strike

Folhetins são novelas de TV

Fauna e flora a desaparecer
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato

Chico sumiu da FM e TV

Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita?
Gal virou fênix
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira...

A AIDS virou gripe

A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!

A maconha é calmante

O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz...

... De tudo.


Inclusive de notar essas diferenças


(Luiz Fernando Veríssimo) 


O Sapo

Era uma vez um lindo príncipe por quem todas as moças se apaixonavam. Por ele também se apaixonou a bruxa horrenda que o pediu em casamento. 
O príncipe nem ligou e a bruxa ficou muito brava. “Se não vai casar comigo não vai se casar com ninguém mais!” Olhou fundo nos olhos dele e disse: “Você vai virar um sapo!” Ao ouvir esta palavra o príncipe sentiu estremeção. Teve medo. Acreditou. E ele virou aquilo que a palavra feitiço tinha dito. Sapo. Virou um sapo. 

ALVES, Rubem. A Alegria de Ensinar. Ars Poética, 1994.



Sobrenome

Como vocês sabem
Frankenstein foi feito
com pedaços de pessoas diferentes:
a perna era de uma, o braço de outra,

a cabeça de uma terceira
e assim por diante.
Além de o resultado
ter sido um desastre
houve um grave problema

na hora em que Frankenstein
foi tirar carteira de identidade.
Como dar identidade
a quem era uma mistura
de várias pessoas?

A coisa só se resolveu
quando alguém lembrou
que num condomínio
cada apartamento
é de um dono diferente.

Foi assim que Frankenstein Condomínio
ganhou nome e sobrenome
como toda gente.

PAES, José Paulo. Lé com Cré. São Paulo: Ática, 1996.











quarta-feira, 6 de outubro de 2010

SEQUENCIA DIDÁTICA...

Jogo da memória com fotos das crianças

Faixa etária
0 a 3 anos

Objetivos
-Divertir-se com o jogo da memória
- Compartilhar de um mesmo jogo com o grupo de colegas
- Conhecer as regras do jogo da memória

Tempo estimado
Mínimo de quinze minutos e máximo de 30 minutos para cada situação de aprendizagem

Material necessário

Pares de cartões com fotos das crianças da turma, tamanho mínimo de 10X10
Cartolina ou papel mais resistente
Plástico adesivado para encapar

Desenvolvimento das atividades

1. Tirar fotos das crianças e imprimir cada uma duas vezes para confeccionar os cartões

Informar às crianças que as fotos estão sendo tiradas para confecção do jogo da memória. Recortar as fotos e colar na cartolina mostrando para as crianças conforme forem ficando prontas.

2. Apresentar o jogo

Em roda mostrar o jogo e organizar as peças para que as crianças vejam como se joga. Inicialmente propor o jogo da memória aberto (com as imagens voltadas para cima) e propor para que determinadas crianças encontrem os pares.
Deixar que as crianças manuseiem os cartões, sem pressa de que se apropriem das regras convencionais.

3. Organizar mesas com no máximo cinco crianças para que possam jogar o jogo em diferentes momentos

Levar outros jogos que as crianças já conheçam (ex. quebra cabeça, jogos de montar, quebra-gelo) e organizar grupos de crianças para jogá-los.
Caso haja mais de uma educadora na turma, uma pode dar apoio aos grupos que estiverem jogando os jogos já conhecidos, enquanto a outra fica na mesa do jogo da memória. Caso não haja outra educadora, organizar primeiro os grupos que jogarão os jogos já conhecidos.
Deixar que as crianças joguem sem fazer intervenções sistemáticas nas jogadas de cada uma. A educadora pode ser uma das participantes do jogo e servir como modelo para as crianças. Promover o rodízio das crianças para que a maioria jogue todos os jogos.

4. Garantir momentos na rotina semanal para que as crianças joguem o jogo da memória

Durante o período de recepção das crianças, no término do dia enquanto aguardam a chegada dos pais são boas opções para o contato com o jogo da memória

5. Criar novos jogos e variações do jogo da memória

Após o jogo tornar-se bastante conhecido, pode-se pesquisar variações do jogo da memória, tais como lince (um tabuleiro grande com imagens pequenas que as crianças devem procurar a partir de cartões com imagens duplicadas) .

Avaliação
Devem-se criar pautas de observação para analisar as diferentes maneiras como as crianças jogam e o grau de envolvimento de cada uma delas. A partir da análise das pautas o educador pode fazer os ajustes com relação ao grau de dificuldade do jogo, com isso propor novos desafios e variações.

A Musicalidade na Construção do Conhecimento


 A música como atividade lúdica e instrumento de interação deve ter um papel cruscial na práxis pedagógica, além de divertir e encantar é uma grande aliada na cosntrução do conhecimento através das sequências didáticas bem elaboradas e adequadas para cada faixa etária.  
(Alessandra Araújo)



Cantigas: CACHORRINHO ESTÁ LATINDO.                 CACHORRINHO

Cachorrinho está latindo
Lá no fundo do quintal.
Cala a boca, cachorrinho,
Deixa o meu benzinho entrar.
Ô esquindô lê, lê!
Ô esquindô lê, lê, lá, lá!
Ô esquindô lê, lê!
Não sou eu que caio lá!
Cachorrinho está latindo
Lá no fundo do quintal.
Cala a boca, cachorrinho,
Deixa o meu benzinho entrar.

Brincadeira:
Quem está no centro da roda pula num pé só. O resto bate palmas, desenvolvendo o ritmo
PARTICIPANTES: No mínimo três.
ORGANIZAÇÃO: Em roda com uma criança no centro.
COMO BRINCAR: A turma gira e canta. No verso “Ô esquindô lê, lê!”, as crianças batem palmas.
A do centro escolhe um colega. Os dois cantam essa parte pulando ora com um pé, ora com outro. A criança do centro cede o seu lugar para a escolhida da roda e todos recomeçam.



PIRULITO

Cantigas: PIRULITO.PIRULITO QUE BATE, BATE
PIRULITO QUE JÁ BATEU
QUEM GOSTA DE MIM É ELA
QUEM GOSTA DELA SOU EU.
ORA PALMA, PALMA, PALMA
ORA PÉ, PÉ, PÉ
ORA RODA, RODA, RODA
CARANGUEJO PEIXE É.
PIRULITO QUE BATE, BATE
PIRULITO QUE JÁ BATEU
QUE IMPORTA A VOCÊ QUE EU BATA
SE EU BATO NO QUE É MEU.



 A GALINHA DO VIZINHO
Cantigas: A galinha do vizinho.




A galinha do vizinho
Bota ovo amarelinho.
Bota um, bota dois, bota três,
Bota quatro, bota cinco, bota seis,
Bota sete, bota oito, bota nove, 
Bota dez.
Brincadeira:

Com ela, a turminha vai aprender a contar
_ PARTICIPANTES: No mínimo dois.
_ ORGANIZAÇÃO Em roda.
_ COMO BRINCAR As crianças cantam a música e ao chegar ao número dez dão um pulo e se agacham.



PIÃO

RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO
RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO
O PIÃO ENTROU NA RODA, OH PIÃO
O PIÃO ENTROU NA RODA, OH PIÃO,
RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO
RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO
SAPATEIA NO TERREIRO, OH PIÃO,
SAPATEIA NO TERREIRO, OH PIÃO
RODA PIÃO, BAMBEIA PIÃO
RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO
MOSTRA TUA CINTURA, OH PIÃO
MOSTRA TUA CINTURA, OH PIÃO
RODA PIÃO, BAMBEIA PIÃO
RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO
FAÇA UMA CORTESIA, OH PIÃO
FAÇA UMA CORTESIA, OH PIÃO
RODA PIÃO, BAMBEIA PIÃO
RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO
ATIRA TUA FIEIRA, OH PIÃO
ATIRA TUA FIEIRA, OH PIÃO
RODA PIÃO, BAMBEIA PIÃO
RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO
ENTREGA O CHAPÉU A OUTRO, OH PIÃO
ENTREGA O CHAPÉU A OUTRO, OH PIÃO
RODA PIÃO, BAMBEIA PIÃO
RODA, PIÃO, BAMBEIA, PIÃO


terça-feira, 5 de outubro de 2010

Os Sinais de DEUS


Quantos momentos nos são proporcionados pela vida, quantas oportunidades nos são oferecidas e o que fazemos em meio a tantas opções?
Sentimos-nos fracos e incrédulos quando não nos é permitido o sucesso naquele instante, quando não mais ouvimos e sentimos os sinais. Mas onde estão esses sinais? Já que quando deveria priorizá-los não os escutei, não os percebi.
Esses sinais continuam ai bem pertinho de ti a cada instante, basta silenciar, basta se permitir.
Deus nos fala sempre, nos indica caminhos, nos permite o livre arbítrio, cabe apenas a cada um de nós saber identificar e interpretar os desígnios divinos em nossa vida.
Abra sempre o teu coração pra Jesus, permita que Ele o toque, você vai sentir quão magnânimo é o Teu amor e o Teu poder em sua existência.                                         (Alessandra Araújo)

UMA CONVERSA SOBRE A PRODUÇÃO ESCRITA NA ESCOLA

Auxiliar o aluno a desenvolver sua competência em produção de texto é...


  • Papel da escol.a
  • Competência do professor . 
  • Objetivo do currículo  
  • Necessário à escolarização   
COMPETÊNCIA TEXTUAL:ESCRITA
Nas sociedades modernas
O homem vive seu dia-a-dia inserido em diferentes práticas sociais de leitura e escrita;

As relações sociais são estabelecidas em função dos diferentes níveis de letramento da população;

A escola assume seu papel essencial de habilitar o cidadão a ser usuário desta tecnologia: a escrita
A escrita não é apenas inspiração...

O processo de escrita requer do escritor:
  • Øconhecimentos prévios,
  • Øleituras diversificadas,
  • Øinvestigação sobre o assunto abordado,
  • Øreconhecimento da forma e da estrutura do texto a ser escrito 
Além disso...
Segundo Garcez (2004), o bom leitor evidencia em seu texto suas leituras prévias, desvelando autoria e criatividade, portanto, quanto maior a interação do leitor com o texto e mais desenvolvida for sua habilidade de leitura, melhor será sua produção textual e organização das idéias, desenvolvimento do texto, revisão e reescrita.
 
Escrever precisa ser entendido como: 
 
  • ØO ato de compartilhar práticas sociais que a sociedade letrada instituiu.
  • ØProduzir com o intuito de o produtor do texto ser o próprio leitor,
ØEscrever com uma função social específica e para um destinatário previamente selecionado: como e-mails, ofícios, bilhetes, contratos, receitas, textos didáticos, romances, notícias e outros. 
O desenvolvimento da competência do aluno em produção textual está no modo como o professor irá ensiná-lo a escrever, ressaltando:
•a importância que a escrita possui em sua vida, a sua função social, seja na escola, nas tarefas cotidianas, assim como no trabalho, e a freqüência com que se escreve em uma sociedade letrada.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

"Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade." (Paulo Freire)




SEQUENCIAS DIDÁTICAS...

As seqüências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvem atividades de aprendizagem e avaliação.


As seqüências didáticas são usadas somente para o ensino de Língua Portuguesa?

Não. Podem e devem ser usadas em qualquer disciplina ou conteúdo, pois auxiliam o professor a organizar o trabalho na sala de aula de forma gradual, partindo de níveis de conhecimento que os alunos  já dominam para chegar aos níveis que eles precisam dominar. Aliás, o professor certamente já faz isso, talvez sem dar esse nome.



Professores,

Para realizar uma seqüência didática eficaz para o ensino de gêneros textuais, sugerimos:
·        Propor que seus alunos produzam uma escrita inicial, sem maiores estudos prévios, que permita a identificação do grau de conhecimento que eles já possuem.
·        Planejar o ensino considerando o conhecimento que os alunos já tem sobre o gênero
·        Fazer perguntas que problematizem os conteúdos a serem aprendidos com esse estudo, aproximando o que os alunos devem aprender das vivências que eles têm
·        Propor desafios que possam ser vencidos pelos alunos. Esses desafios não devem ser muito fáceis, nem muito difíceis.
·        Propor e incentivar o levantamento de hipóteses sobre os elementos do gênero estudo ( o conhecimento sobre o tema, sua forma própria de composição, seus elementos característicos), ouvir essas hipóteses e valoriza-las.
·        Ampliar a discussão sobre os aspectos do gênero, com finalidade de comprovar hipóteses levantadas
·        Organizar pesquisas sobre o tema do gênero, para favorecer o domínio do conhecimento necessário pelos alunos.
·        Dar informações sobre aspectos próprios do gênero em estudo.
·        Organizar e sistematizar as descobertas e conhecimentos, realizando uma escrita coletiva com você no papel de escriba da turma
·        Propor uma escrita individual a partir de um roteiro própria para o gênero
·        Orientar o aluno para a auto-avaliação de sua escrita (em seguida, veja o roteiro para o aluno realizar a autocorreção de um texto dissertativo)
·        Avaliar a escrita dos alunos e interferir quando necessário, para garantir a aprendizagem de todos, de acordo com as possibilidades de cada um.


Roteiro para o aluno realizar a autocorreção de um texto dissertativo-argumentativo

·        Colocou o leitor a par da questão a ser discutida?
·        Tomou uma posição diante desta questão?
·        Utilizou argumentos que possam convencer o leitor?
·        Usou expressões  que introduzem argumento (como, pois, porque, de acordo com, segundo, etc)
·        Utilizou argumentos de autoridade e/ou exemplo?
·        Usou expressões adequadas para introduzir a conclusão (então, assim, portanto, deste modo, etc)
·        Conclui o texto reforçando sua posição?
·        No final, fez uma síntese das idéias, reforçou a posição assumida?
·        Verificou se a pontuação está correta?
·        Lembrou-se de iniciar com letra maiúscula os nomes próprios, inícios de parágrafos ou em palavras que vêm depois do ponto final?
·        Corrigiu os erros ortográficos?
·        Escreveu com letra legível para que todos possam entender?